Dizem que o universo nos conecta com aqueles que são compatíveis conosco. Mas além da conexão energética, acredito que há algo maior que une pessoas com o propósito de um aprendizado. A primeira vez que Akito (Ren Nagase) avistou Haruna (Natsuki Deguchi) atirando algumas cores em um simples papel, ele não poderia imaginar que teria uma perspectiva totalmente diferente da vida, das pessoas e do mundo.
‘O PÁLIDO OLHO AZUL’: SUSPENSE INSPIRADO EM EDGAR ALLAN POE
‘O Pálido Olho Azul’: Suspense inspirado em Edgar Allan Poe
Por Paloma Viricio
Quando soube do lançamento deste filme, simplesmente enlouqueci! Por dois motivos inicias: primeiro, e mais obvio, que amo Edgar Allan Poe. Ele foi uma das minhas grandes inspirações quando estava escrevendo meu livro Poesias que Sangram. Segundo, e nem tão, mas ainda assim obvio é porque amo suspense e tramas investigativas. Que chamarisco melhor para me puxar para a frente da telinha?
'FALLING FOR CHRISTMAS': LINDSAY LOHAN IN NEW NETFLIX CHRISTMAS COMEDY
'Falling for Christmas': Lindsay Lohan in new Netflix Christmas comedy
By Paloma Viricio
Christmas romantic comedies tried to invade Netflix,
for those who enjoy films of the genre, streaming is releasing a new film a
week since the beginning of November. Falling for Christmas marks the return of
Lindsay Lohan to the big screen for more than a decade, which is giving
something to talk about, as if that weren't enough, expectations for the release
were high because it was also a Christmas movie. Does the film make up for the
hours spent in front of the small screen?
'A ESCOLA DO BEM E DO MAL': CONSEGUE SUPERAR HARRY POTTER?
'A escola do Bem e do Mal': Consegue superar Harry Potter?
Por Paloma Viricio
A escola
do Bem e do Mal fez sua estreia na Netflix e já está dando o que falar. Além de
ser a mais nova produção infantojuvenil de fantasia, as comparações com a
famosa saga do bruxinho mais famoso do mundo são gritantes. O filme possui suas
peculiaridades e transborda efeitos de computação gráfica, mas realmente em vários
momentos nos faz lembrar de Harry Potter em demasia.
No entanto,
apesar de todas as farofas que nossa “querida” J.K.Rowling se mete por aí, através
das mídias digitais, colecionando haters, não podemos negar que A escola do Bem
e do Mal ainda precisa comer muito arroz e feijão para chegar perto da criação
da autora britânica.
Quantos livros são a Escola do bem e do mal?
O conto de fadas moderno já está sendo titulado por alguns como o Harry
Potter da Netflix, o que acho exagero. E sim, virei potter head depois
de velha, então tenho prioridade de causa para dizer (brincadeirinha, só minha
humilde opinião mesmo). Essa história sobre meu amor pela saga bruxesca começar
muitos anos depois da sua finalização é papo para outro post.
A escola do Bem e do Mal é composta por seis livros. Por isso, o filme é
inspirado na série best-seller mundial escrita por Soman Chainani. A direção
ficou nas mãos de Paul Feig que já foi responsável por outras películas de
sucesso como Caça-Fantasmas (2016) e Uma Segunda Chance para amar (2019)
comédia romântica natalina tida como uma das queridinhas do catálogo Netflix.
A escola do bem e do mal X Sophie e Agatha
A escola do bem e do mal possui muitas personagens,
assunto para manga. Mas acredito que o foco principal é fazer com que a amizade
entre Sophie (Sophia Anne Caruso) e Agatha (Sofia Wylie) seja exaltada. Mas
isso as vezes fica somente por alto durante o decorrer das cenas.
O que mais me agradou nas duas foi o fato da lealdade.
Mesmo que o mundo falasse mil vírgulas de Sophie para Agatha, ela não abriu mão
da amiga por nenhum momento e nunca deixou de confiar na verdadeira essência
que conhecia da sua bff. Questões sobre a importância do amor verdadeiro
e empatia também ficam em pauta.
O fator bom versus mal é muito frisado durante
o filme (mas também olha o título, é sobre). Nos traz reflexões sobre
identificarmos nossa luz e sombra. Também há diversos questionamentos do que
realmente pode significar esses dois extremos. Além disso, parece que a força
feminina é matriz motivadora para um final fora do normal dos contos de fadas
tradicionais, ponto para eles!
“O mal só luta por ele mesmo e isso é completamente
o oposto do que é o amor.”
Preciso dizer que Lady Lesso foi uma das minhas
personagens favoritas só por causa do figurino? Que mulher elegante, postural e
com cara de rainha má... adoro os vilões, mas até que ela é uma ruinzinha
mediana. O tempo todo parecia uma versão feminina de O chapeleiro maluco, mais
alguém aí também se lembrou dele ou foi só eu?
Trilha sonora de A Escola do bem e do mal
A
Trilha sonora de The School For Good
And Evil é muito bacana. Os momentos mais épicos do filme são embalados
por boas músicas.
É claro... vai deixar os olhos dos fãs da Billie
Eilish brilhando porque a cantora marca sua presença no filme com muito glamour
e talento. A trilha sonora foi produzida pela Netflix Music, sendo composta pelo
estadounidense Theodore Shapiro.
A Escola do Bem e do Mal (The School For Good And Evil ) é bom?
Minhas considerações finais são as mais breves
possíveis. O filme é bom, mas não é um dos melhores que já vi na vida. Tem suas
peculiaridades, cenas e sequelas, por vezes, bem estranhas.
Apesar de ser fantasia, achei o começo bem clichê
e o roteiro não foi lá essas coisas. Destaquei poucas quotes para vocês. Além
disso, pode ser uma produção que vai do 08 ao 80, já que, tem momentos bem
infantojuvenis, enquanto outros são sombrios e banhados de sangue.
“Certas
coisas nunca mudam, a não ser que você use o seu pode para mudá-las.”
‘De Férias da Família’ : Nova Comédia da Netflix com Kevin Hart é lamentável
Por Paloma Viricio
De
Férias da Família (Me time) é a mais nova comédia da Netflix que traz dois nomes
de peso, Kevin Hart e Mark Wahlberg, por isso, logo despertou atenção dos
espectadores. Mas De Férias da Família, infelizmente é uma decepção,
sinceramente pensei sério se escreveria sobre o filme ou não.
De
Férias da Família foi escrito e dirigido por John Hamburg e pelo amor de
Deus...tinha tudo para ser um filme sensacional, mas errou em tantos quesitos
que fica até cansativo dizer.
De Férias da Família é bom?
Então... quando o roteiro não ajuda, nem santo pode fazer milagre. É esse o principal erro
do filme. O roteiro é muito ruim, morno, sem graça. As piadas são sem sal,
nem açúcar e segue fórmulas já usadas em outros filmes...traduzindo, mais do mesmo.
Além
disso, há vezes que as sequências dos frames não possuem nem pé, nem cabeça. É como
se você ficasse meio perdido sobre o que está acontecendo e porque está
acontecendo. Complica, eu sei... mas é exatamente assim.
Personagens sem carisma
As
personagens De Férias da Família, não possuem nenhum carisma. Não consegui simpatizar
por nenhuma. Nem mesmo quando rola um drama básico, as coisas funcionam. Algumas
cenas em que Kevin Hart está protagonizando são engraçadas, mas não chega a ser
aquela coisa de doer a barriga.
Se
posso fazer um comparativo, outro filme estrelado pelo ator chamado O Homem de Toronto é muito melhor. Cômica a vida! Quando você nem está esperando muito do
filme é quando ele te surpreende positivamente. E foi isso que O Homem de Toronto promoveu aqui na minha cabecinha de consumidor de entretenimento
insaciável.
Mark
Wahlberg me passou mais a imagem de um ‘pela saco’, chato e imaturo do que alguém
engraçado. Não ri com uma fala sequer que ele pronunciou. Ai, gente...
realmente o filme é patético. Peço desculpas pela sinceridade tão nua e crua, mas
não tem como dizer que é bom.
Reflexão sobre dramas pessoais?
Parece
que De Férias da Família procura trazer algumas reflexões sobre dramas pessoais,
mas é tudo tão fraquinho que nem isso funcionou. Sony Fisher (Kevin Hart) é um
cara fracassado na visão das pessoas que o conhecem. Ele passa os dias cuidado dos filhos e da casa, não tendo nenhum
meio de prover sua independência financeira.
Quem
coloca dinheiro em casa é Maya Fisher (Regina Hall) mulher de Sony que se
mostra uma profissional de sucesso, mas é totalmente perdida sobre questões da família como a educação e cuidado dos filhos ou algo sobre o próprio marido... que parece
mais uma empregada/babá do que o homem com quem ela se casou.
Nesse drama todo, Sony, se sente inseguro, tem uma vida patética, possui um carro velho e não tem perspectiva pessoal nenhuma para si mesmo. Vive pelos outros, ninguém se importa com ele. Gente, isso é tão triste. Quando o casal segue sem companheirismo.
É ruim
quando somente um dos parceiros fica responsável por cuidar de questões do lar e
filhos. Isso deveria ser dividido, combinado entre ambas as partes para que não
houvesse um desequilíbrio e desvalorização de alguém. É patético, como o filme
mostra que só consegue ser importante quem é responsável pela parte financeira.
Todas as partes importam!
Em meio
a isso tudo, o amigo encrenqueiro de Sony, Huck (Mark Wahlberg) é um total sem
noção que só quer curtir a vida sem pensar nas consequências das próprias
ações. Então, ele é meio perdido. E o mais bizarro é que o Sony que também
não tem nenhuma estrutura para si mesmo, fica querendo ajudar Huck. Sei
lá...esse filme é muito louco e me arrependi de ter visto. Nada faz sentido
ali!
‘365 Dias Finais’ : Com quem Laura fica no final ?
Por Paloma Viricio
Es que
foi lançado 365 dias finais, tanto aguardado pelos espectadores como o desfecho
da trilogia de Laura e Massimo. Entretanto, parece que não agradou todos ou pelo
menos não entregou totalmente o que as pessoas estavam esperando. Mas, vou dissertar
melhor sobre isso durante o texto.
Protelei
para escrever uma crítica sobre esse filme porque sinceramente toda a trilogia é
extremamente polêmica e não queria colocar a mão dentro de casa de abelhas, mas
quer saber... quero dar minha opinião sobre e está tudo bem. Por isso, já deixo
claro, se es é uma pessoa que se incomoda com filmes do gênero nem precisa ler.
O Objetivo é escrever sobre 365 Dias sem tabus sobre sexualidade ou
pré-julgamentos alheios.
365 dias sempre causou o que falar
365
Dias Finais foi dirigido por Barbara Bialowas e Tomasz Mandes e posso dizer logo
de cara que foi o filme mais fraco da trilogia. Gente, como assim? Há suposições
que ainda haverá um quarto capítulo de toda essa “novela”, mas nada foi
confirmado oficialmente. Acredito que muitos fãs estavam loucos para ver um
desfecho digno e não aconteceu, o que revoltou em demasia.
Mas, além
disso, o filme possui um roteiro fraquíssimo, sem muita ação. Para um filme hot...
tudo estava morno demais. E como dizem por ai... “Café e amor são duas coisas
que não servem frios”. 365 Dias Finais borboletou em volta das decisões de
Laura (Anna-Maria Sieklucka), que ficou mais em cima do muro do que gato de
rua. Traduzindo... não f4d3eu e nem saiu de cima. 365 Dias Finais promete muito
e não entrega nada.
As personagens
principais ficaram anuladas. É lamentável que Massimo Torricelli (Michele
Morrone) tenha ficado tão apagado durante a trama. Eu não vi nada dele nesse
filme, parecia até figurante. Esse ator é sensacional. De um talento enorme,
inclusive como músico. Laura parecia o tempo todo perdida, sem rumo ou
discernimento sobre si. Foi realmente uma película muito confusa. Mas, parece
que o mundo de Laurinha é mesmo confuso e turbulento...então é complicado.
Romantização de relacionamento tóxico
365 Dias Finais é baseado no terceiro romance
de uma trilogia de Blanka Lipińska. E pelo que sei sofreu muitas modificações
para chegar nas telonas. Se vocês acham que os filmes são polêmicos é porque
não leram os livros. São coisas muito absurdas, mas como disse no começo da
resenha, não estou aqui para julgar.
Desde o primeiro filme, 365 DNI, carrega nas
costas vários fardos em relação a romantização de problematizações que eram para
ser vistas de forma diferente pelas pessoas. Já causa alvoroço só por ser da vertente 3rótic@, mas pesa a mão em diversos outros assuntos.
Fica claro que o relacionamento de Laura e
Massimo nunca foi saudável. Já começaram de forma louca, abusiva em vários
sentidos. Embalados por uma possessividade sem tamanhos, chega a ser cruel em
muitas partes. Massimo carrega uma carga muito pesada. Es uma personalidade
dark, triste e agressiva. Fica claro, que Laura possui uma visão realmente
muito romantizada de tudo aquilo, é muita loucura... sinceramente.
Não é de se admirar que a chegada de Nacho (Simone
Susinna) desperte sentimentos e dúvidas na moça. Afinal, Massimo é complexo,
hard... E o outro é mais romântico, calmo, conquistando o coração da mulher incialmente
por uma espécie de amizade e não a força
que nem o primeiro. Apesar de todo o peso da questão da máfia, Nacho, é a
idealização daquilo que Laura sempre esperou de Massimo.
Sinceramente, é triste ver uma mulher tão
perdida, confusa. Por vezes, ela parece que não tem amor próprio. Sei lá gente...
o climão é pesado, estranho demais. A mulher tem vocação para escolher homem
problema. Se pudesse resumir a vida da Laurinha com uma música seria Gangsta –Kehlanim. Porque... é fogo.
Em 365 Dias Finais o que mais choca as pessoas
é principalmente o fato de Laura ter traído Massimo na cara dura. Apesar dele
ser grotesco, não fez isso em nenhum momento com ela. É complicadíssimo... Mas
o que está causando alvoroço maior é o beijão dos galãs da trilogia. Eu
fiquei... WTF? Foi um negócio tão desnecessário, mas há fetiche para todo tipo
de coisa nesse mundo.
Qual foi o final do filme 365 dias?
Gente, vocês estão 'googlando' isso mesmo? O
final foi confuso até não poder mais. Até porque ninguém esperava aquela reação
do poderoso Massimo! E muito menos o afrontoso Nacho fazendo o que fez. Será
que só existe Laurita de mulher Femme Fatale no mundo? Foi o que me perguntava
a todo momento.
O fato é que o final foi vago, sem conclusão
alguma e é isso mesmo. Aceitem que dói menos! (Risos) É cruel, deixou muitas expectativas
pelo chão, mas pode ser uma porta de esperança para um quarto filme como disse
para vocês lá em cima. Final morno como a própria produção em sim, mas gostaram
pelo menos das ceninhas apimentadas?
Trilha sonora de 365 Dias
A
maioria das pessoas fala que 365 Dias foi uma produção falida, desconexa que
trouxe à tona um monte de porcarias que não deveria. Algo disso pode ser
verdade, mas todas as coisas possuem tanto um lado sombra como luz. E sim, o
lado luz da trilogia, na minha humilde opinião, é a trilha sonora.
Desde 365
DNI, fiquei apaixonada pelas músicas que tocavam nos filmes. São lindas, sexys
e Michele Morrone é um cantor apaixonante. Muito mais presente na primeira película
da franquia. Que voz é essa, meu pai amado? Guardaria em uma caixinha de
repetição para escutar por toda a vida.
O
timbre dele é maravilhoso, aconchegante e embala meu coração. O cara canta com
a alma, sem palavras. Gosto principalmente
das músicas interpretadas por ele, mas curto as composições de outros artistas
também. Confira todas as músicas da trilha sonora de 365 Dias Finais:
🔥SOMEDAY – EMO
🔥PREY by- EMO
🔥MYKONOS – J.J. Abel feat Kuinvi & Daniel Rondon
🔥STOP STRESSING – J.J. Abel feat. Mimaa
🔥GHOST – Marissa
🔥STRANGER – Jhn McFly feat. Marissa
🔥CALL MY NAME – EMO feat. Yolo
🔥CLOSER – Jhn McFly
🔥BYE BYE – J.J. Abel feat. Adame
🔥HEY – Marissa
🔥DANCING WITH THE DEVIL – EMO
🔥LOVESICK – Jhn McFly feat. Kuba
🔥ALL ALONE – EMO feat. Marissa
🔥KILL THIS LOVE – Józefina
🔥LOOK AT US – Bryska
🔥WALLOWS – Tommy Docherty
🔥CHOOSE – Ian Scott
🔥WHOLE LIFE – Marissa feat. Tommy Docherty
🔥ADDICTIONS – EMO
🔥LEARN TO LOVE AGAIN – Tommy Docherty
🔥ON ME – EMO feat. Marissa
🔥ALL I HAVE – Oskar Cyms & EMO
🔥ANGELS – Michele Morrone ❤
🔥CONTROL – Natalia Krakowiak
🔥HEARTBEAT – Ian Scott
‘TOSCANA’ : AMOR E GASTRONOMIA EM ROMANCE DA NETFLIX
Por Paloma Viricio
Assim
que vi o trailer de Toscana fiquei muito curiosa para assistir ao filme. Inicialmente
parecia ser uma obra que iria aquecer qualquer coração. Até indiquei o mesmo
aqui no blog na postagem 15 Filmes para assistir no Dia dos Namorados.
Entretanto, preciso alertar para que não vá com tanta sede ao pote. Não é uma produção ruim, mas
possui ressalvas que irei contar aqui nesta resenha para vocês. Toscana é um
filme de comédia-drama romântico dinamarquês escrito e dirigido por Mehdi Avaz.
Toscana é um filme cheio de peculiaridades
Foi lançado não faz muito tempo, em maio para ser mais exata, apesar de promover contradição entre aqueles que amaram e outros que não curtiram, possui uma peculiaridade bem interessante.
Toscana é o primeiro longa-metragem dinamarquês
da Netflix e foi produzido pela Rocket Road Pictures, companhia cinematográfica
do próprio diretor Mehdi Avaz.
Parece que recebeu alfinetadas severas dos críticos. Os motivos posso compreender perfeitamente depois de assistir. Mas os espectadores, em sua maioria, aceitaram bem o romance.
Tanto que após a primeira semana do seu lançamento, somou 14,8 milhões de horas assistidas, mais ou menos 10 milhões de views. Além disso, se tornou o quinto filme mais assistido na Netflix em todo o mundo, sendo a película em língua não inglesa mais vista.
“Ninguém é especial, mas pode
se tornar. Depende dos olhos que observam.”
Pontos negativos de Toscana
Infelizmente
Toscana possui vários pontos negativos, mas essa é somente a minha humilde
opinião sobre. Achei o roteiro bem fraco, clichê e previsível. Há pessoas que
adoram um romance clichê e está tudo bem, mas sinceramente preciso de mais do
que isso para me sentir feliz.
Theo Dahl (Anders Matthesen) é um Chef que possui vários conflitos, traumas pessoais. Não é uma personagem nem de longe simpática, é carrancudo e só com o passar da trama é possível se encantar por ele.
A relação conflituosa do principal com seu
pai poderia ter sido melhor desenvolvida, mas ficou somente como um plano de
fundo sem sentido costurado na trama.
Além
disso, o romance é fraco. Não senti meu coração agasalhado com o desenvolver do
mesmo. Até porque atitudes de algumas personagens foram estranhas,
questionáveis e um tanto tolas. Isso pode irritar o telespectador, por vezes.
Não chegou a me irritar, mas foi um pouco tedioso.
Outros
fatores me encantaram mais do que o romance em si. Eu penso... será que isso é
bom, gente? Já que o interessante de um filme do gênero é justamente se encantar
pelo casal e sua história, né? (Risos) Se não fosse tráfico, seria cômico.
Toscana também pode promover boas lembranças
Ainda
bem que Toscana não é de um todo ruim. A película pode promover boas lembranças
ao espectador. Principalmente se pensarmos no fator fotografia, pois está linda!
A locação que usaram para as gravações é perfeita, cheia de paisagens encantadoras
perto da natureza... capaz de encher os olhos de qualquer um.
Outro
ponto positivo, com certeza fica por conta da parte gastronômica. Amo filmes
onde tem comida envolvida. Como o Theo é um Chef renomado, vocês já podem
imaginar os pratos sensacionais que ele produz.
Gente,
essa representatividade foi um dos pontos mais felizes da trama. O filme mostra como a comida também pode ser um elemento da arte. O
principal, montava pratos sensacionais, assim como um pintor faria com uma tela
em branco.
Então, se vocês me perguntassem se vale à pena ver Toscana, eu diria que sim, mas que não esperasse muito do filme e visse só como uma produção mediana para passar o tempo.
‘O HOMEM DE TORONTO’ : NOVO FILME DA NETFLIX COM KEVIN HART
‘O Homem de Toronto’: novo filme da Netflix com Kevin Hart
Por Paloma Viricio
Sinceramente
esse filme me surpreendeu muito. Não estava esperando nem um terço do que ele
passou. Com cenas interessantes, que por vezes me fazia lembrar o bom John Wick,
só que tudo embalado por muito humor o que torna a película uma ótima opção de entretenimento
para quem curte comédia de ação.
O Homem de Toronto (The Man from Toronto) foi dirigido por Patrick
Hughes que já esteve responsável por outras grandes produções como Dupla
Explosiva 1 e 2 e os Mercenários 3. Então, é claro que O Homem de Toronto seria
uma grande aposta de sucesso para a Netflix, o que realmente foi.
Teddy e seus projetos falidos, tadinho... é péssimo ser visto como fracassado pelas pessoas |
O filme
ficou em primeiro lugar no Top 10 do Streaming por um bom tempo. O mais
interessante é que inicialmente era para ter sido lançado nos cinemas
estadunidenses em agosto desse ano pela Sony Pictures Releasing, mas os
direitos foram vendidos para Netflix e se tornou o sucesso que vocês já sabem.
Muitas cenas de Ação e risos
Gente,
eu amei o roteiro de O Homem de Toronto porque sinceramente, minha barriga doeu
de tanto rir. Gosto muito de filmes de comédia bem escritos porque faz com que
meu cérebro fique relaxado e posso passar bons momentos de entretenimento.
Além
disso, pouco falo por aqui, mas gosto bastante de filmes de ação ou com
temática policial também. E quando o filme junta os dois cai no meu gosto fácil,
fácil. Foi o que aconteceu igualmente com ‘Os Opostos sempre se Atraem’,
filme diferente de O Homem de Toronto, mas que caminha pelo mesmo gênero.
O Homem de Toronto Elenco
O
Homem de Toronto chega com um elenco de peso. Só tem fera nesse filme, sério
gente! É claro que quem já assistiu outros filmes estrelados por Kevin Hart
ficaria ansioso em dobro com esse lançamento, como foi meu caso.
Fora o
ator, encontramos como parte do elenco Woody Harrelson que além de ser indicado
ao Oscar três vezes (1996, 2010 e 2017),
esteve em grandes produções da sétima arte como : Venom, 2012, Truque de Mestre,
Jogos Vorazes e tantos outros... o currículo do cara é extenso.
Além
dos dois, Kaley Cuoco, Ellen Barkin e Pierson Fodé estão inclusos no pacote de
O Homem de Toronto.
Maluco... imagine um cara desses batendo na sua porta. Calças sujas em 3,2,1 srsr
A vida exige mudanças
Achei
engraçado a lição que O Homem de Toronto passa como plano de fundo. É aquela, Teddy
Nilson (Kevin Hart) se envolveu em uma situação complicada, que nunca
imaginaria estar se seguisse a vida pacata e mediana que estava acostumado. Mas,
as circunstâncias exigiram mudanças da sua parte. Engraçado como também precisamos
passar por certas trocas na vida... simples questões de sobrevivência.
Esse cara era chato para cassete, parecia mais um androide do que humano. Típico pela saco😂 |
E o mesmo acontece com O Homem de Toronto 'verdadeiro' (Woody Harrelson). Ele nunca poderia imaginar que o destino dele e Teddy estaria ligado em algum momento de sua vida. Isso exigiu adaptação, inteligência e estratégia de sua parte.
O mais
interessante é que quando trabalhamos em equipe, mesmo ao seguir um roteiro as
coisas podem sair um pouco dos trilhos (ou muito, no caso do filme ...risos) e
precisamos saber como driblar as dificuldades.
Fora
isso, a espontaneidade das personagens é um fator interessante. Curto muito
obras que trazem pessoas bem próximas da realidade. Amo personagens reais,
pois faz com que possamos nos identificar com nossa própria jornada pessoal...
por vezes. É aquela velha premissa sobre ficção viver esbarrando com a realidade.
A dupla de milhões. As caras e bocas que esses dois faziam já valia as risadas. |
É sobre
isso, não tenho mais o que relatar por aqui sem entregar possíveis spoilers sobre
O Homem de Toronto, mas finalizo recomendando o filme para quem gosta do
gênero, pois será uma ótima opção.